A RIQUEZA DA INTERCULTURALIDADE
Gostaria de partilhar algumas reflexões essenciais que guardei no coração sobre esse encontro tão especial que tivemos nesse último mês de agosto em Londrina.
Antes de tudo, o que mais me marcou foram as partilhas de vida e missão entre as irmãs da mesma faixa etária que eu, com a mesma opção de vida e carisma missionário. A riqueza da interculturalidade entre nós e a partilha das experiências das nossas missões espalhadas no mundo me ajudaram muito a elaborar minha própria experiência de fé e de crescimento humano.
Segundo uma sentença Indu, até os 20 anos a pessoa aprende, dos 20-40 anos realiza, e, dos 40 em diante, peregrina à procura de si mesmo; portanto, não é de se admirar que nessa fase nos deparemos com crises de toda espécie. Porém, é também a fase de renascer, revitalizar-se, renovar-se, rever a vida e a própria missão neste mundo. Diante desse peregrinar, é fundamental fazer a experiência cotidiana do amor de Deus. De outra forma, a nossa vida fica vazia; e viver bem o cotidiano significa viver constantemente de autênticas relações, pois quem vive bem o cotidiano vive em paz.
Foi-me preciosa também a ocasião de escutar lindos testemunhos sobre os nossos fundadores. Cada vez, descubro aspectos deles que me enriquecem em minha espiritualidade: amar a cada um/a segundo a sua necessidade, fazer pequenas coisas com empenho, ser antes de tudo pessoa de oração, ser consciente de que é Jesus quem nos dá a verdadeira caridade que é baseada na fé!




